terça-feira, 6 de março de 2018

SUSPENSÃO DE ACTIVIDADE







SUSPENSÃO DE ACTIVIDADE


Com início imediato é suspensa, por um período que se deseja breve, qualquer publicação na Página do Facebook “Papa Léguas Autocaravanismo” e em todos os espaços do Facebook relacionados com esta página.

Também no Blogue “Papa Léguas Portugal AUTOCARAVANISMO” é suspensa a publicação da “Opinião das Quintas-feiras”, embora se mantenham, porque estão programadas de forma automatizada, as foto-reportagens de viagens e outros acontecimentos turísticos, que podem ser visualizadas diariamente AQUI.

Para desfazer eventuais equívocos esclareço que esta suspensão se deve ao facto de o autor se ter submetido a uma intervenção médico-cirúrgica.

Até breve.



França 2009 – Aldeias belas de França 10 – França-Provence Alpes Cote d’Azur (Em vídeo)





AS ALDEIAS MAIS BELAS DE FRANÇA

(Parte 10 de 12)

França
Provence Alpes Cote d’Azur 2

Percurso turístico por "Les plus beaux villages de France" que abrangeu as regiões Francesas de Aquitaine, Midy Pyrenees, Languedoc-Roussillon e Provence Alpes Cote d'Azur entre 1 de Julho e 5 de Agosto de 2009. Visitas ocasionais em Portugal e Mónaco.





(Sugere-se que visualize o vídeo em “Ecrã Inteiro” para o que deve “clicar” no símbolo localizado no canto inferior direito do vídeo.)


segunda-feira, 5 de março de 2018

França 2009 – Aldeias belas de França 09 – França-Provence Alpes Cote d’Azur (Em vídeo)





AS ALDEIAS MAIS BELAS DE FRANÇA

(Parte 09 de 12)

França
Provence Alpes Cote d’Azur 1

Percurso turístico por "Les plus beaux villages de France" que abrangeu as regiões Francesas de Aquitaine, Midy Pyrenees, Languedoc-Roussillon e Provence Alpes Cote d'Azur entre 1 de Julho e 5 de Agosto de 2009. Visitas ocasionais em Portugal e Mónaco.





(Sugere-se que visualize o vídeo em “Ecrã Inteiro” para o que deve “clicar” no símbolo localizado no canto inferior direito do vídeo.)


domingo, 4 de março de 2018

França 2009 – Aldeias belas de França 08 – França-Languedoc Roussillon (Em vídeo)





AS ALDEIAS MAIS BELAS DE FRANÇA

(Parte 08 de 12)

França
Languedoc Roussillon 2

Percurso turístico por "Les plus beaux villages de France" que abrangeu as regiões Francesas de Aquitaine, Midy Pyrenees, Languedoc-Roussillon e Provence Alpes Cote d'Azur entre 1 de Julho e 5 de Agosto de 2009. Visitas ocasionais em Portugal e Mónaco.






(Sugere-se que visualize o vídeo em “Ecrã Inteiro” para o que deve “clicar” no símbolo localizado no canto inferior direito do vídeo.)


sábado, 3 de março de 2018

França 2009 – Aldeias belas de França 07 – França-Languedoc Roussillon (Em vídeo)





AS ALDEIAS MAIS BELAS DE FRANÇA

(Parte 07 de 12)

França
Languedoc Roussillon 1

Percurso turístico por "Les plus beaux villages de France" que abrangeu as regiões Francesas de Aquitaine, Midy Pyrenees, Languedoc-Roussillon e Provence Alpes Cote d'Azur entre 1 de Julho e 5 de Agosto de 2009. Visitas ocasionais em Portugal e Mónaco.






(Sugere-se que visualize o vídeo em “Ecrã Inteiro” para o que deve “clicar” no símbolo localizado no canto inferior direito do vídeo.)


sexta-feira, 2 de março de 2018

França 2009 – Aldeias belas de França 06 – França-Midy Pyrenees (Em vídeo)





AS ALDEIAS MAIS BELAS DE FRANÇA

(Parte 06 de 12)

França
Midy Pyrenees 3

Percurso turístico por "Les plus beaux villages de France" que abrangeu as regiões Francesas de Aquitaine, Midy Pyrenees, Languedoc-Roussillon e Provence Alpes Cote d'Azur entre 1 de Julho e 5 de Agosto de 2009. Visitas ocasionais em Portugal e Mónaco.





(Sugere-se que visualize o vídeo em “Ecrã Inteiro” para o que deve “clicar” no símbolo localizado no canto inferior direito do vídeo.)


quinta-feira, 1 de março de 2018

O SILÊNCIO DOS BONS




Imagem do blogue “BLOGUARATUBA”



O SILÊNCIO DOS BONS



Em democracia, quando a maioria decide, está decidido. Seria muito simples se assim fosse, mas não é.

Primeiro, em Democracia nem sempre a maioria tem razão. Quantas e quantas vezes a história demonstra isso mesmo. As decisões que uma maioria delibera significam, apenas, que foi tomada uma opção, mas essa opção pode não ser a melhor.

Segundo, em Democracia as decisões tomadas por uma maioria devem ser acatadas, mas nada impede que as minorias não as devam continuar a contestar e, se necessário, procurar alterar as decisões através de processos democráticos.

Terceiro, em Democracia há valores que não devem ser votados, pois fazê-lo poria em causa a própria democracia através, nomeadamente, do silenciamento das minorias. Se, por maioria, ou mesmo por unanimidade, fosse deliberado que deixava de haver eleições periódicas, não há dúvida que a decisão tinha sido democraticamente tomada, mas o regime democrático tinha sido extinto com essa deliberação.

A essência do Movimento Associativo baseia-se na aplicação de processos democráticos em que é defendida a liberdade de expressão, sem constrangimentos, a eleição periódica dos Órgãos Sociais assente no poder legislativo (Assembleia Geral), no poder executivo (Direcção) e no poder Fiscalizador e Disciplinar (Conselho Fiscal) e é aplicado o voto proporcional à responsabilidade de cada associado em conformidade com o que as normas Estatutárias e a Lei dispuserem.

Defender a democracia, não apenas no abstracto, mas, principalmente, no concreto, é tarefa nobre que responsabiliza todos, nomeadamente os membros dos Órgãos Sociais de cada instituição e, em primeiro lugar, o Presidente da Mesa da Assembleia Geral.

Nem sempre, porém, nas associações, os valores da democracia são respeitados e defendidos. Compadrio, amizades, inimizades, interesses e outros factores levam a que a isenção democrática seja preterida. Nesses ambientes de falta de isenção democrática torna-se difícil “nadar contra a corrente”, lutar contra o pensamento dominante e promover a abertura a novas e/ou diferentes ideias.

E é aqui que surge a Associação Autocaravanista de Portugal – CPA.

Ao longo de 28 anos de existência os sócios do CPA foram construindo, passo a passo, uma associação democrática e com uma gestão transparente, não obstante, por vezes, muito poucas, alguém “pisar o risco”.

Um exemplo desse “pisar o risco” teve lugar na Assembleia Geral de 4 de Novembro de 2017. Vamos aos factos:

Um associado solicitou na Assembleia Geral autorização para o uso da palavra e a Vice-Presidente da Mesa da Assembleia Geral (que substituía o Presidente ausente) antes de conceder a palavra ao sócio disse-lhe, de forma que não adjectivo, para ser breve. De imediato o associado prescindiu do uso da palavra. E preparava-se a Vice-Presidente da Mesa da Assembleia Geral para prosseguir quando…

...um outro associado pediu a palavra e questionou (criticou) a Vice-Presidente da Mesa por ter de alguma forma condicionado a intervenção de um sócio. Foram trocados ainda alguns argumentos (entre o associado interventor e a Vice-Presidente) relacionados com a liberdade de expressão, que esse outro associado considerava ter sido condicionada pela Vice-Presidente, após o que a Assembleia Geral prosseguiu.

Este acontecimento é UM EXEMPLO daquilo a que eu chamo “pisar o risco”.

É perfeitamente admissível que quem exerce funções de coordenação de uma Assembleia se dirija à mesma, ou seja, a todos os presentes, indistintamente, e para um melhor aproveitamento do tempo e dos trabalhos, solicite que sejam todos tão breves quanto possível ou, se achar necessário, determinar que nenhum interveniente possa estar, por exemplo, mais de 10 minutos no uso da palavra.

Não é, porém, de todo admissível que alguém no exercício de funções de Presidência de uma Assembleia se dirija a um sócio específico e o possa condicionar ao publicamente lhe “exigir”, ainda antes do uso da palavra se iniciar, que seja breve.

Como no inicio deste texto digo “a essência do Movimento Associativo baseia-se na aplicação de processos democráticos em que é defendida a liberdade de expressão, SEM CONSTRANGIMENTOS. A Vice-Presidente da Mesa da Assembleia Geral do CPA violou essa liberdade de expressão ao, com ou sem intenção, condicionar um sócio que até se sentiu na necessidade de prescindir do uso da palavra sobre o tema em discussão. Verificou-se, efectivamente, uma tentativa, intencional ou não, de constrangimento.

Desenganem-se os que pretendam ver neste escrito a mensagem de que o CPA, os dirigentes e os associados, como um todo, não subscrevem valores inerentes à democracia. Mas, como em muitas outras situações, os valores quando não são usados perdem-se e é imprescindível, para que não morram, que haja quem os defenda. Felizmente há sempre alguém que diz basta.

Em todo este cenário, o mais relevante, o que deve ser assinalado, é que um associado se ergueu para defender um princípio. Repito: ergueu-se para defender um princípio. Foi alguém que entende que quando um direito de um homem é “beliscado” são os direitos de todos os homens que estão em perigo. E, por ter sido apenas um a fazer-se ouvir e sem pretender fazer comparações com o que não é comparável, recordo o ”lamento” de um homem que foi assassinado por defender a liberdade, a fraternidade e a igualdade:

O que me preocupa não é o grito dos maus, mas o silêncio dos bons”
(Martin Luther King)?



(O autor, todas as Quintas-feiras, no Blogue do Papa Léguas Portugal, emite uma opinião sobre assuntos relacionados com o autocaravanismo (e não só) - AQUI)