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segunda-feira, 2 de abril de 2018

ARPIAC - Badoca Safari Park - 2005 (Em vídeo)





ARPIAC 2005

Badoca Safari Park
(Com visitas a Miróbriga e a Sines)

(2005)



Não obstante este passeio estar enquadrado em actividades da ARPIAC (Associação de Reformados, Pensionistas e Idosos de Agualva Cacém) não deixa de revelar alguns aspectos turísticos que podem ser de interesse para o turismo em autocaravana

A visita Miróbriga recorda um dos mais marcantes vestígios da ocupação dos romanos no Sudoeste de Portugal. Foi classificada de Imóvel de Interesse Público, em 1940. A cidade romana estende-se por mais de 2 km, apresentando ruínas de edifícios de habitação, ruas pavimentadas, um hipódromo, termas, uma ponte e um fórum.





(Sugere-se que visualize o vídeo em “Ecrã Inteiro” para o que deve “clicar” no símbolo localizado no canto inferior direito do vídeo.)

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

ARPIAC - Badoca - Miróbriga - Sines


Badoca Safari Park

ENCONTROS ARPIAC
Badoca Safari Park
(Com visita a Miróbriga e a Sines)

(2005)


Visita recreativa e cultural ao Badoca Safari Park, a Miróbriga e a Sines, no âmbito das actividades promovidas pela ARPIAC (Associação de Reformados, Pensionistas e Idosos de Agualva Cacém).

As fotos foram obtidas sequencialmente no percurso.

Para ver as fotos em “tela inteira” prima a tecla “F11”. Para voltar ao formato inicial prima de novo “F11”.


Encontros ARPIAC

Badoca Safari Park
(Com visita a Miróbriga e a Sines)

Para ver as fotos prima AQUI



MIRÓBRIGA


Miróbriga representa um dos mais marcantes vestígios da ocupação dos romanos no Sudoeste de Portugal. Foi classificada de Imóvel de Interesse Público, em 1940.

A cidade romana estende-se por mais de 2 km, apresentando ruínas de edifícios de habitação, ruas pavimentadas, um hipódromo, termas, uma ponte e um fórum.

O Fórum de Miróbriga encontra-se localizado numa zona chamada de "Castelo Velho", o topónimo de castelo, no sul indica inúmeras vezes ocupação pré-romana. É o caso de Miróbriga. Foi ocupada já desde a Idade do Bronze, e do Ferro onde beneficiou das trocas comerciais púnicas no século IV a.C.

A partícula "briga" parece indicar a celtização da zona. A ocupação propriamente romana dá-se no século I d.C., e possivelmente teria o estatuto de Estipendiária. A sua origem etimológica deriva de dois vocábulos celtas antigos miro/more (mar) e briga (fortaleza), pelo que o topónimo significa Fortaleza do Mar. Na época pré-romana era o povoado principal dos mirobricenses, uma das tribos dos célticos, uma confederação tribal cujo território se situava a sul do dos lusitanos e a norte do território dos cónios (que correspondia aos atuais Algarve e sul do distrito de Beja), ou seja, do sul do rio Tejo (antigo Tagus) ao rio Guadiana (antigo Anas), correspondendo, em grande parte, ao atual Alentejo, Península de Setúbal, Ribatejo, a sul do rio Tejo, e parte da Estremadura espanhola.

Na época flaviana o desenvolvimento da cidade foi intenso, podendo mesmo ter chegado a obter o estatuto de município, juntamente com Bracara Augusta e Conímbriga. O que seria provável é que controlava muito possivelmente um território relativamente afastado de si, como é o caso de Sines.

O despovoamento de Miróbriga, terá ocorrido, segundo os testemunhos arqueológicos até agora apurados, no século IV d.C., altura da decadência do império romano registado amiúde em outras cidades.

Fonte: Wikipédia – A Enciclopédia Livre