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quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

O SEIXAL APOIA GRANDES INICIATIVAS?


Imagem do Portal da C. M. do Seixal


O SEIXAL APOIA GRANDES INICIATIVAS?

(No passado já o fez, no futuro veremos)



No meu artigo de opinião da passada Quinta-feira (ver AQUI) abordei o desejo de os autocaravanistas verem implementada uma Área de Serviço de Autocaravanas para utilização dos que desejassem visitar Lisboa. Historiei todas as diligências conhecidas para que essa área viesse a ser uma realidade e, quando todos esperávamos que ela se concretizasse, ainda este ano, por ter sido votada e aprovada através do Orçamento Participativo de Lisboa, vê-mo-nos confrontados com um inexplicável silêncio por parte da vereação da Câmara Municipal.

Perante o incumprimento do Orçamento Participativo o que fazer?

Alguns autocaravanistas, com quem tive oportunidade de conversar sobre esta questão, defendiam que a instalação de uma Área de Serviço para Autocaravanas, que servisse os autocaravanistas que tencionassem visitar Lisboa, passava pela sua implementação nos arredores da cidade, em locais servidos por transportes públicos eficientes e rápidos, sendo, inclusive, avançada a localização no Seixal, onde os autocaravanistas teriam uma vista maravilhosa sobre o rio e transporte fluvial rápido e eficiente para se deslocarem a Lisboa.

Sobre a opção do Seixal já em 2006, um então associado da “Associação Autocaravanismo de Portugal – CPA”, a sugeria publicamente. Dizia esse associado:

No DN de ontem, refere-se que a Câmara do Seixal procura investidores para o concelho… e a notícia reflecte preocupações de caracter turístico elegendo como áreas prioritárias, o turismo gastronómico (restaurantes), esplanadas, passeios pedonais etc.. e tudo ao longo da frente de rio.… e à volta do conceito de náutica de recreio…

Será esta mais uma oportunidade para o CPA avançar com uma sugestão na CMS para ser ouvido na sua proposta de uma boa área de serviço para AC, e mesmo um esquema de parkings para AC de modo a ficar já enquadrado na requalificação ribeirinha em curso?

Não é conhecida (por mim) qualquer iniciativa, até 2012, das Direcções do CPA no sentido de implementar uma Área de Serviço no Seixal. Contudo, a partir dessa data, as Direcções que se seguiram procuraram, pelas mais diversas formas, contactar um vereador da Câmara, inclusive através do Delegado Concelhio do CPA do Seixal. Curiosamente, embora se não tivesse chegado à fala com um vereador, foi conseguido concretizar, além de uma parceria com o Grupo Flamingo-Associação de Defesa do Ambiente, ONGA – Regional, também, a implementação de uma Área de Serviço em Corroios, no Parque Urbano Quinta da Marialva, perto da Estação Ferroviária da Fertagus, o que permite uma ligação relativamente rápida a Lisboa.



Foi no Seixal, terra do Comendador Estêvão da Gama, pai de Paulo e de Vasco da Gama, que se construiram as embarcações que desceram o estuário do Tejo e rumaram a caminho da Índia. O simbolismo da construção de uma Área de Serviço, junto da baía do Seixal, para quem pretenda visitar Lisboa, cidade que viu passar a armada que rumou à Índia, é por demais evidente.

Uma Área de Serviço, implementada no Seixal à beira-rio, perto do Largo dos Restauradores (Coordenadas: N 38º 38’ 39’’ W 09º 06’ 0622), a menos de 100 metros de uma Esquadra da Polícia de Segurança Pública, com restaurantes e cafés a meia dúzia de metros e com transporte fluvial para Lisboa (Cais do Sodré) situado a uns 800 metros, seria, indiscutivelmente uma muito boa opção para os turistas que quisessem visitar a capital.

(Os barcos entre o Seixal e Lisboa têm um horário entre as 6 horas e 10 minutos e as 22 horas e 30 minutos; já o percurso entre Lisboa e o Seixal inicia-se às 6 horas e 35 minutos e termina às 23 horas e 15 minutos. O horário pode ser acedido AQUI. O preço dos Bilhetes por pessoa (adulto) é, presentemente, de 2 euros e 35 cêntimos, havendo outras opções. (ver AQUI) e, animais de companhia são permitidos)

O Seixal, em si mesmo, tem um centro histórico que merece uma visita, nomeadamente a Rua Paiva Coelho, a Praça dos Mártires da Liberdade, o Largo da Igreja, o Pátio do Genovês e a Praça Luís de Camões. Não muito longe, mas sendo necessário meio de transporte, existem muitas quintas com um património digno de relevo.

Do outro lado da baía, podem ver-se moinhos de maré e dois, outrora grandes, armazéns apropriados ao armazenamento e à “seca” de bacalhau. Ainda há menos de 50 anos barcos à vela acostavam a esses grandes armazéns para descarregar o bacalhau que em pequenos barcos (os dóris) era pescado nos mares da Terra Nova

Por tudo isto o Seixal é a base de estacionamento de autocaravanas aconselhável aos autocaravanistas que pretendam descobrir Lisboa, como foi a base dos barcos que rumaram à descoberta do caminho marítimo para a Índia.

Melhor do que descrever o Seixal é ver este vídeo:




Por tudo isto, a construção de uma Área de Serviço para Autocaravanas (enquanto equipamento municipal), que não seria, obviamente, impeditiva de uma outra na capital, seria benéfica para os Autocaravanistas, para o turismo em Lisboa e a para a restauração no Seixal, pois com a deslocalização de muitos dos serviços camarários da zona histórica os restaurantes deixaram de ter tanta afluência.

Fazer compreender isto à vereação da Câmara Municipal do Seixal, seja por quem for, será um primeiro passo no caminho para o desenvolvimento local das populações. E digo seja por quem for porque não é o mais importante saber quem contribuiu. Aliás, já desde 2010 que tem sido essa a política da “Associação Autocaravanista de Portugal – CPA” ao prescindir de colocar nas Estações de Serviço de Autocaravanas, em cuja inauguração participa, qualquer placa alusiva ao facto e onde a identificação conste.

Se é residente no Seixal e/ou se pode aceder à vereação, não deixe de apoiar o Movimento Autocaravanista de Portugal, o turismo itinerante e o desenvolvimento económico da população, intervindo para que o autocaravanismo tenha no Seixal uma base de apoio. Se tem dúvidas não hesite em contactar quem as possa desfazer, nomeadamente o CPA



(O autor, todas as Quintas-feiras, no Blogue do Papa Léguas Portugal, emite uma opinião sobre assuntos relacionados com o autocaravanismo (e não só) (AQUI)


quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Para quê o ORÇAMENTO PARTICIPATIVO DE LISBOA?



Imagem obtida no Portal do CPA



AUTOCARAVANISMO

e

ORÇAMENTO PARTICIPATIVO DE LISBOA



A implementação em Lisboa de uma Área de Serviço para Autocaravanas é já um desejo antigo de autocaravanistas e de entidades ligadas ao autocaravanismo.

Terá sido em 2008 ou 2009, tanto quanto me recordo, que o extinto MIDAP (Movimento Independente pelo Autocaravanismo) esteve em contacto com a Empresa Municipal de Mobilidade e Estacionamento de Lisboa (EMEL) com o objetivo de encontrar uma localização onde pudesse ser instalada uma Área de Serviço para Autocaravanas. Desse contacto resultou a apreciação das zonas do Areeiro e da Cidade Universitária e do local onde se encontra instalado o Centro Comercial Gemini.

Foi numa sessão comemorativa do aniversário do Clube de Campismo de Lisboa (CCL), salvo erro em 2010, que o então Presidente da Câmara Municipal de Lisboa quando instado a mandar edificar um equipamento municipal deste tipo, se me não falha a memória, garantiu que já tinha uma ideia sobre o espaço a utilizar para o efeito na periferia da cidade.

Em 2013 o CPA anunciou aos respectivos associados que no decorrer da inauguração da Sede Social, Desportiva e Cultural do Clube de Campismo de Lisboa (CCL) fora divulgado pelos Dirigentes do CCL que iria ter lugar a futura criação de uma Área de Serviço em Lisboa com a colaboração / apoio da Câmara Municipal desta cidade.

Em 14 de Fevereiro de 2013 o CPA, como foi ao tempo divulgado, esteve numa reunião, na Câmara Municipal de Lisboa, onde também participou o “Turismo de Lisboa” e onde, entre outras questões, ficou prevista a eventual realização de uma próxima reunião que analisasse da viabilidade de implementar uma ou duas Áreas de Serviço para Autocaravanas no Concelho de Lisboa.

Em Maio de 2013 o CPA terá constatado que existia uma janela de oportunidade para a instalação de uma Área de Serviço para Autocaravanas em Lisboa, podendo, inclusive, apresentar uma proposta para o efeito. E assim o fez em 23 desse mesmo mês, apresentando uma proposta à edilidade no âmbito do Orçamento Participativo de Lisboa, projecto foi inserido no grupo dos projectos entre 150 mil e 500 mil euros e ficou classificado em 15º lugar num total de 108 participantes e com APENAS 157 votos.

O CPA não desiste e em 2014 apresenta uma nova proposta para implementação de uma Área de Serviço de Autocaravanas na cidade de Lisboa, de novo no âmbito do “Orçamento Participativo”, projecto que foi de novo colocado no escalão superior do Regulamento, mas que desta vez obteve 573 votos ou seja, mais 365% do que no ano transacto. o que, mesmo assim, correspondeu a uma percentagem inferior a 10% do total de autocaravanistas que se estima existirem em Portugal. No entanto, a votação obtida não conseguiu ter o número de votos necessários para que a Área de Serviço de Autocaravanas fosse construída.

Pela terceira vez, em 2015, o CPA propõe aos Lisboetas a construção de uma Área de Serviço que permita aos Autocaravanistas ter condições mínimas para visitar a cidade. E à terceira foi de vez. Graças à intervenção atempada do CPA, o projecto foi classificado no escalão mínimo do Orçamento o que contribuiu para, finalmente, ter sido aprovado o projecto de implementação desta necessária Área de Serviço para autocaravanas

Em conformidade com o que está estabelecido este projecto deveria estar concretizado no prazo de dezoito meses, o que já devia, neste momento, ser uma realidade.

Estamos, pois, perante o desejo várias vezes expresso, pelo menos desde 2009, da implementação de uma Área de Serviço para Autocaravanas em Lisboa que, na minha opinião (e seguramente que não só na minha), contribuiria para o desenvolvimento económico da população, para a proteção ambiental e para o melhor ordenamento do trânsito automóvel.

O que impede o projecto de implementação de uma Área de Serviço para Autocaravanas, legalmente aprovado em 2015 no âmbito do “Orçamento Participativo de Lisboa”, não estar ainda concretizado passados mais de dois anos?

Esta é a pergunta, esta é a questão, que se impõe que a “Associação Autocaravanista de Portugal – CPA” coloque à Vereação da Câmara numa sessão pública da Assembleia Municipal de Lisboa.


(O autor, todas as Quintas-feiras, no Blogue do Papa Léguas Portugal, emite uma opinião sobre assuntos relacionados com o autocaravanismo (e não só) (AQUI)




sexta-feira, 6 de novembro de 2015

VOTE - SÓ GASTA (NÃO PERDE) TEMPO



SÓ GASTA (NÃO PERDE) TEMPO

Pela terceira vez a Associação Autocaravanista de Portugal – CPA propôs, para integrar o Orçamento Participativo de Lisboa, a construção de uma Área de Serviços para Autocaravanas na capital de Portugal.


O Orçamento Participativo de Lisboa é, na opinião do município e com o que eu concordo, “ (…) um processo verdadeiramente deliberativo, que confere efetivo poder de decisão aos cidadãos para apresentar propostas para a sua cidade e votar nos projetos que considerem prioritários. (ver AQUI)

Em 2013 o projecto proposto pelo CPA foi inserido no grupo dos projectos situados entre 150 mil e 500 mil euros e ficou classificado em 15º lugar num total de 108 participantes e com APENAS 157 votos.

Em 2014 a proposta do CPA para implementação de uma Área de Serviço de Autocaravanas na cidade de Lisboa, no âmbito do “Orçamento Participativo de Lisboa”, foi de novo colocada no escalão superior do Regulamento, obteve 573 votos ou seja mais que 365% do que no ano transacto o que, mesmo assim, correspondeu a uma percentagem inferior a 10% do total de autocaravanistas que se estima existirem. A votação obtida não conseguiu, no entanto, obter o número de votos necessários para que a Área de Serviço de Autocaravanas fosse construída.


No corrente ano (2015) de novo o CPA propõe aos Lisboetas (e não só) a construção de uma Área de Serviço que permita aos Autocaravanistas ter condições mínimas para visitar a cidade.

Este ano, porém, graças à intervenção atempada do CPA, o projecto foi classificado no escalão mínimo do Orçamento o que pode contribuir para que à terceira seja finalmente conseguida a implementação desta necessária Área de Serviço.

O projecto pode ser acedido AQUI

Como pode votar?

Pode votar de várias formas (SÓ ATÉ AO PRÓXIMO DIA 15 DE NOVEMBRO), mas a forma mais simples é por SMS que até é gratuito.

Envie o SMS (através de um aparelho cuja identificação não esteja confidencial) para o número 4310 e, no local do texto, escreva unicamente 081.

Alguns segundos depois receberá um SMS da “OP Lisboa” agradecendo o voto que acabou de fazer e com o qual contribuiu para que a cidade de Lisboa possa vir ter um local de apoio aos autocaravanistas.


Não obstante a sua iniciativa de votar já represente um passo significativo de apoio à construção de uma Área de Serviço para Autocaravanas na cidade de Lisboa, vá mais longe e contacte e solicite aos familiares e amigos que colaborem através dos respectivos telemóveis. Não gastam absolutamente mais nada; só gastam o tempo necessário para enviar o SMS.

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

NÃO QUISERAM – NÃO VOTARAM



NÃO QUISERAM – NÃO VOTARAM


Num universo de uns estimados 6000 autocaravanistas a proposta do CPA para implementação de uma Área de Serviço de Autocaravanas na cidade de Lisboa, no âmbito do “Orçamento Participativo de Lisboa”, obteve 573 votos ou seja mais que 365% do que no ano transacto o que, mesmo assim, corresponde a uma percentagem inferior a 10% do total de autocaravanistas estimados.

Poder-se-á concluir que o espirito corporativo no seio dos autocaravanistas não existe?

Mesmo com a proposta do CPA colocada pela Câmara Municipal de Lisboa num escalão superior ao que seria desejável se tivesse havido vontade e espirito gregário relativamente ao essencial por parte dos autocaravanistas ter-se-ia obtido uma votação que permitiria um resultado positivo.

Tal como afirmei (ver AQUI) há que assumir o seguinte:

Os autocaravanistas e os cidadãos que não quiseram uma Área de Serviço para Autocaravanas em Lisboa, nem beneficiar o turismo em Portugal, NÃO VOTARAM neste projeto

Os autocaravanista e os cidadãos que quiseram uma Área de Serviço para Autocaravanas na cidade de Lisboa e beneficiar o turismo em Portugal VOTARAM neste projeto

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

NÃO QUER? NÃO VOTA! – QUER? VOTA!



NÃO QUER? NÃO VOTA! – QUER? VOTA!


Pela segunda vez a “Associação Autocaravanista de Portugal – CPA” apresenta uma proposta de implementação de uma Área de Serviço de Autocaravanas na cidade de Lisboa no âmbito do “Orçamento Participativo de Lisboa” (ver AQUI).


O que é o “Orçamento Participativo de Lisboa”

Utilizando o próprio texto da Câmara Municipal de Lisboa direi que “Lisboa foi a primeira capital europeia a implementar o Orçamento Participativo (OP), com o objetivo de aprofundar a ligação da autarquia com os seus munícipes, inspirado nos valores da Democracia Participativa, tal como inscrito no artigo 2º da Constituição da República Portuguesa.

O Orçamento Participativo de Lisboa é (ver AQUI) “ (…) um processo verdadeiramente deliberativo, que confere efetivo poder de decisão aos cidadãos para apresentar propostas para a sua cidade e votar nos projetos que considerem prioritários.

Os projetos apresentados são classificados em dois grupos distintos:

1 - Projetos cujo orçamento será de valor igual ou inferior a €150 000
2 - Projetos cujo orçamento será valor superior a €150 000 e até €500 000.

Ao conjunto dos projetos mais votados do grupo referido em 1 será disponibilizado o montante de 1,5 milhões de euros e ao conjunto dos projetos referidos em 2 será disponibilizado o montante de 1 milhão de euros.


O CPA e o “Orçamento Participativo de 2013”

Em 2013 o CPA foi inserido no grupo dos projetos situados entre 150 mil e 500 mil euros e ficou classificado em 15º lugar num total de 108 participantes e com APENAS 157 votos.

Considerando, como à época o CPA o fez, que os autocaravanistas e os cidadãos não votariam neste projeto se não quisessem uma Área de Serviço para Autocaravanas em Lisboa, os resultados então obtidos vieram evidenciar de forma clara que uma significativa maioria de autocaravanistas não quiseram uma Área de Serviço para Autocaravanas em Lisboa, nem quiseram beneficiar o turismo em Portugal e, por isso, não votaram.

Em democracia a decisão da maioria não é sinónimo de verdade ou de ter razão. A decisão de uma maioria é apenas sinónimo de uma opção, pois tantas e tantas vezes a decisão de uma maioria se veio a verificar ser contra os interesses dessa mesma maioria. Contudo, em democracia, devemos respeitar as decisões dessa mesma maioria, sem que isso signifique que essa opção seja a melhor e sem prejuízo de direitos fundamentais.

No caso vertente a maioria de então expressou-se pelo desinteresse e ao fazê-lo afirmou uma posição. E essa posição foi muito bem definida pelo CPA.

Os autocaravanistas e os cidadãos que não querem uma Área de Serviço para Autocaravanas em Lisboa, nem beneficiar o turismo em Portugal, NÃO VOTAM neste projeto.

Uma das explicações que então se dava para não se votar no projeto relacionava-se com o valor (200.000 euros) que a organização do “Orçamento Participativo de 2013” tinha atribuído à implementação de uma área de Serviço.


O CPA não desiste de uma Área de Serviço em Lisboa

Ao voltar a propor a implementação de uma Área de Serviço para Autocaravanas em Lisboa a Direção da “Associação Autocaravanista de Portugal – CPA” é coerente com o teor da Declaração de Princípios (ver AQUI) e continua persistentemente a defender os autocaravanistas, o turismo, o desenvolvimento local, o ambiente e o melhor ordenamento do trânsito.

Por outro lado os maus resultados da experiência do ano anterior poderá ter feito refletir a maioria dos cerca de 7000 autocaravanistas e também todos os que se interessam pelo turismo, desenvolvimento local, ambiente e melhor ordenamento do trânsito, contribuindo para uma participação ativa através do voto no Projeto.

Infelizmente o Projeto do CPA que no ano de 2013 foi orçamentado em 200.000 euros pelos serviços da Câmara Municipal de Lisboa adstritos ao Orçamento Participativo foi, em 2014, inexplicavelmente, orçamentado em 500.000 euros.

Seria muito útil que os técnicos da Câmara Municipal de Lisboa explicassem como obtiveram o valor de 500.000 euros para a construção de uma Área de Serviço de Autocaravanas (enquanto equipamento municipal) que, em muitos e muitos municípios, não ultrapassa, no máximo, 4.000 euros a construção (desde que existam pontos de água e esgotos nas proximidades).

Em quaisquer circunstâncias o CPA está de parabéns ao não desistir de apresentar um projeto que não tem uma mais-valia direta para o CPA em si, mas que pode vir a constituir um indiscutível apoio para todos.



VOTAR NO PROJETO “044” É APOIAR O TURISMO




Termina no próximo dia 06 de novembro o prazo para a votação da implementação de uma área de Serviço para Autocaravanas em Lisboa.

Não exercer o direito de voto neste projeto não é, apenas, o alheamento desta mais-valia para Lisboa. É recusá-la. Não votar, neste caso específico, é o mesmo que votar contra. No futuro, os que hoje se recusam a votar, serão eventualmente os mesmos que virão criticar a inexistência de uma Área de Serviço para Autocaravanas em Lisboa, se a quantidade de votos obtida não for a suficiente para que o projeto seja aprovado.

Não votar no projeto de nenhum modo prejudicará o CPA ou a respetiva Direção. Os autocaravanistas serão os únicos prejudicados, pois o que está em causa é tão simplesmente o seguinte:

A Câmara Municipal de Lisboa, através do Orçamento Participativo, disponibiliza-se, no prazo de 18 meses e com um custo orçamentado de 500.000 euros, a construir uma Área de Serviço para Autocaravanas, se os cidadãos portugueses votarem maioritariamente neste projeto.

Tal como no ano passado há que ASSUMIR o seguinte:

  • Os autocaravanistas e os cidadãos que não querem uma Área de Serviço para Autocaravanas em Lisboa, nem beneficiar o turismo em Portugal, NÃO VOTAM neste projeto

           
  • Os autocaravanista e os cidadãos que querem uma Área de Serviço para Autocaravanas na cidade de Lisboa e beneficiar o turismo em Portugal VOTAM neste projeto.


(O autor, todas as Quintas-feiras, no Blogue do Papa Léguas Portugal, emite uma opinião sobre assuntos relacionados com o autocaravanismo (e não só) –  AQUI)



segunda-feira, 23 de setembro de 2013

VOTE numa ÁREA DE SERVIÇO


VOTE NESTE PROJETO – VOTE NUMA ÁREA DE SERVIÇO EM LISBOA


VOTE numa ÁREA DE SERVIÇO
                                                              
Pela importância de que se reveste para TODOS os autocaravanistas, independentemente das políticas associativas que perfilhem, apoiamos esta iniciativa do CPA.

Será incompreensível não exercer o direito de voto, que até é gratuito, na implementação de um equipamento de apoio ao autocaravanismo que beneficia não só os autocaravanistas como os munícipes de Lisboa.

Informação detalhada no Fórum do CPA AQUI